O processo que existe no papel
passa a existir na ferramenta.

Uma instância do Azure DevOps configurada com o modelo de trabalho da ibp: os quadros, os campos, as regras e os indicadores que transformam processo em execução monitorável — sem construir nada do zero.

O problema

Há duas maneiras de não ter gestão.

O processo que ninguém abre

Ele existe, está descrito, passou por avaliação. Mora num repositório que a equipe abre na véspera da auditoria. O que rege o dia a dia é outra coisa, e ninguém consegue dizer qual.

O quadro que não responde nada

O time usa, atualiza, arrasta cartão. Mas não dá para saber onde o trabalho trava, quanto custou a mudança de requisito, nem mostrar a um cliente que a aprovação dele existiu, com data.

O caminho para sair das duas é o mesmo: fazer o processo acontecer dentro da ferramenta que o time já abre todo dia — e não ao lado dela.

O que é

Azure DevOps, com o modelo da ibp dentro.

Não é uma ferramenta nova para aprender. É a plataforma da Microsoft, no seu ambiente, configurada com o que a ibp aprendeu implantando melhoria de processos desde 1995.

Organiza o fluxo real

As colunas do quadro são as etapas do seu processo, com as regras de validação que impedem um cartão de andar sem o que a etapa exige.

Gera informação com rastro

Integridade, rastreabilidade e histórico auditável saem do registro do trabalho — não de um levantamento feito para a avaliação.

Compartilha o conhecimento

O processo descrito, os guias e os artefatos ficam ao lado da execução, e não num documento que precisa ser procurado.

  • Referencial em boas práticas — CMMI, SCRUM, Kanban, PMBoK, entre outros, com alta capacidade de adaptação.
  • Implantação acelerada — a arquitetura de gestão de demandas já existe; o que se faz é adaptá-la ao seu contexto.
  • Acelerador de maturidade — o modelo já nasce alinhado ao CMMI nível 3, e a evidência vira subproduto do trabalho.
  • Ágil e CMMI não são opostos — um diz o que precisa estar sob controle; o outro, como o time trabalha. Aqui os dois moram no mesmo quadro.
Como funciona, na prática

Sete telas, na ordem em que você vai usá-las.

As imagens são da instância de demonstração da ibp — a mesma que serve de espelho para as implantações. Nada aqui é maquete.

01

Quatro quadros, quatro perguntas

No alto da tela você troca o tipo de quadro: Épicos, Features, Product Backlog e Gestão.

É a decisão de desenho que sustenta o resto. O mesmo projeto responde a quatro perguntas diferentes — o que estamos construindo, o que vai entregar, o que está em execução e como estamos conduzindo — e cada uma tem o seu quadro, em vez de um quadro só tentando responder às quatro.

Menu de seleção do tipo de quadro no Azure DevOps, com as opções Management, Epics, Features e Product Backlog
02

O portfólio: módulos e funcionalidades

Épicos agrupam módulos ou subsistemas; Features agrupam as funcionalidades de cada um.

É por esta hierarquia que o cronograma se monta sozinho depois. Sem ela, entrega vira uma lista de tarefas sem dono e o relatório para a diretoria precisa ser escrito à mão todo mês.

Quadro de Features com cartões de Gestão de Férias, Cadastro de Profissionais, Gestão da Folha de Ponto e Chamadas de Assistente IA
03

O backlog da operação, no fluxo real

Cada requisito atravessa as colunas do processo: Orçamento, Aprovação, Especificação, Desenvolvimento, Testes, Homologação.

As colunas não são genéricas — são o seu fluxo, configurado na implantação. E as raias Doing e Done dentro de cada coluna mostram o que já terminou ali mas ainda não passou adiante, que é exatamente onde o trabalho costuma parar sem ninguém perceber.

Quadro de Product Backlog com as colunas Novo, Orçamento, Aprovação, Especificação, Desenvolvimento, Testes, Homologação e Finalizado
04

A gestão também é card

Reunião, análise de desempenho, lição aprendida, risco, decisão, ação, mudança de requisito, treinamento e auditoria: cada um é um tipo de card, e ao abrir traz os campos que aquele tipo pede.

É aqui que o CMMI deixa de ser um documento à parte. A evidência não é produzida para a avaliação — ela é o registro que o time já usa para trabalhar, com data, autor e rastro. Quem procura a decisão de seis meses atrás acha em dez segundos, e é a mesma tela.

Quadro de Gestão nas colunas Proposto, Progresso, Resolvido e Finalizado, com cards de treinamento, decisão, ação, reunião, análise causal, lição aprendida, risco, mudança de requisito e análise de desempenho
05

As entregas

Arraste um requisito para uma entrega e o campo de iteração se atualiza sozinho. O quadro da entrega mostra os requisitos com as tarefas e os bugs embaixo.

Alocar deixa de ser planilha. E o time vê a entrega pelo mesmo cartão que a liderança vê no portfólio, o que acaba com a conversa de dois números para a mesma coisa.

Quadro de tarefas da Entrega 3, com requisitos e as tarefas correspondentes por coluna
06

O cronograma se monta sozinho

A linha do tempo lê a alocação das features nas entregas e desenha o cronograma, com o percentual de cada barra.

Ninguém mantém um cronograma à parte. Ele é uma leitura do que o time já registrou — e por isso não envelhece entre uma reunião e outra.

Linha do tempo de Épicos e Features distribuída por quatro entregas, com barras de progresso
07

O que a liderança vê

Burndown, fluxo cumulativo, velocidade, lead e cycle time, e a distribuição por tipo de card — no próprio Azure e, na implantação, também no Power BI.

O indicador sai do registro do trabalho, não de um levantamento mensal. É a diferença entre medir e perguntar: quando o número está errado, dá para clicar nele e chegar no card que o produziu.

Dashboard com burndown, cycle time, lead time, diagrama de fluxo cumulativo e velocidade
E o que você usa todo dia
Quadro de Épicos com os módulos do sistema
Épicos. Os módulos do produto, cada um com o contador das features abertas.
Alternância entre a visão de quadro e a visão de lista do backlog
Lista. O mesmo backlog em forma de lista, com as colunas que você escolher.
Barra de filtros do quadro, com campos de tipo, responsável, estado, área, iteração e marcadores
Filtro. Por palavra, tipo, responsável, estado, área, iteração, marcador ou pai.
A implantação

O que está incluído.

Setup no seu Azure DevOps

Cards, campos, regras de validação e composição dos times, alinhados às boas práticas — e adaptados ao seu fluxo quando ele pedir.

Os quadros

Portfólio, operação, gestão organizacional, melhoria contínua, treinamentos e auditorias da qualidade.

As consultas

Histórico de lições aprendidas, riscos, sugestões de melhoria e estimativas, prontas para usar.

O processo descrito

Descritivo das atividades de gestão, operação, organizacionais e de apoio no SharePoint, alinhado ao Azure DevOps e ao CMMI nível 3. Quando aplicável, templates de políticas, guias e artefatos.

Dashboards no Power BI

Visões executiva, de contratos e projetos, de melhoria de processos, de treinamentos e de auditorias — com os fontes entregues para rodarem no seu ambiente.

Treinamento e suporte

Formação para quem vai administrar a solução e conduzir os treinamentos internos, mais suporte para ajustes pontuais depois da entrada em operação.

E o que não está

  • Aquisição de licenças (Azure DevOps, Power BI e o plug-in de apontamento de horas são contratados direto pelo fabricante).
  • Integrações da solução com outras ferramentas suas.
  • Evolução dos dashboards para contextos além dos projetos de desenvolvimento.
  • Capacitação contínua dos usuários finais, que fica com o time interno — é justamente o que o treinamento do administrador prepara.

Escopo, prazo e profundidade são dimensionados ao seu contexto, ao porte e à cultura da organização. Esta lista existe para a conversa começar sem mal-entendido.

Próximo passo

Vamos ver a solução rodando?

Uma conversa de 30 minutos com a tela aberta, sobre o seu fluxo — não uma apresentação.

Usamos seus dados só para responder e mandar o resumo. Sem lista de disparo comprada, sem repasse a terceiros.